"Eu fico para sempre"


Às vezes pego num lápis, numa caneta ou no computador para vos escrever todas as conversas que vão surgindo na minha cabeça e que eu gostava de partilhar em volta de uma mesa com café quente e com gente que gosta de ouvir, mas também desabafar quando dói ou quando faz bem, com gente que assume os sentimentos e as fases excelentes ou menos boas da vida sem medo de sentimentos negativos por parte dos outros.
Assim, escrever como me apetece sem ter de pensar em como começar o meu texto, sem pensar em pedir desculpa pela ausência porque acima de tudo quem lê sabe que se ainda não "abri a boca" foi porque o tempo não permitiu e entende, sem criticar nem exigir seja o que for.

Desta vez em frente a este ecrã escrevo-vos porque há mais de um mês que não consegui passar por aqui... se é cansaço? É. Se estou cansada do blog ou de vocês? Claro que não. Apenas existem fases mais difíceis de gerir na vida de cada um de nós e são esses tempos que me fazem redefinir prioridades e como podem imaginar uma "conversa de café entre amigas" não fica nos primeiros lugares da minha lista.
O que tem de bom esta minha ausência? MUITA coisa para vos contar!

Não sei muito bem em que ordem nem como, mas posso dizer-vos que nos próximos tempos temos assunto que chegue, ora sobre médicos que desenham dramas porque te apresentas num corpo gordo, falarei convosco também sobre a experiência do filho mais velho que implicou ter em minha casa mais um jovem que não falava nenhuma das línguas que conheço, sobre a nossa viagem a Londres (posso dizer-vos que o coração sofreu um bocadinho mais quando duas semanas depois no mesmo sitio alguém se lembrou de atacar quem não pediu guerra nenhuma?), sobre os meus cabelos (tenho tanto para falar sobre isto), dos projetos de decoração (que muitos gostam) e falarei convosco também sobre esta minha fase em que cada vez mais quero o essencial e esquecer a maldade que por aí anda. 


Tomo conta de mais duas crianças, que neste momento passam também elas momentos menos agradáveis visto que a varicela não as larga.
Volto, claro que volto, com aquilo que me vai no coração, em breve.

Um abraço muito apertado a quem me envia sempre um carinho em forma de palavras e não se esquece que eu existo e que se entrei na vida de alguém "eu fico para sempre".

French Curves: Velvet


Le voilà, de retour le challenge French Curves (crée par Gäelle Prudencio)! 
Comme vous avez pu le lire dans le titre, le thème de ce mois n'est autre que "VELVET".  Et oui, le velours, une des grandes tendances cette saison.

J'avoue que ce n'est pas une tendance que j'apprécie énormément. Donc, non, vous ne trouverez pas de robes ni de tenues d'haut en bas chez moi car le velours oui je le porte, mais par petites touches.

***
E aqui estamos nós de volta com o challenge das French Curves (criado pela Gäelle Prudencio)! 
Como puderam ler no título, o tema deste mês nada mais é que "VELUDO". Sim, o veludo, uma das grandes tendências neste momento.

Confesso que não é uma tendência que eu adore. Por isso, não, vocês não encontrarão por aqui nem vestidos nem outfits da cabeça aos pés porque o veludo sim eu uso, mas em pouca quantidade.

Portugal Curvy #11 - Vintage


Depois de um silêncio nas redes sociais que me foi necessário aqui estou eu de volta com o movimento que decidi criar o ano passado, o Portugal Curvy, na esperança de reunir o maior número de bloggers plus size portuguesas com o único objetivo de vos inspirar.
Hoje partilho convosco a minha participação (sim, uma semana depois), com o meu look "vintage", escolhido pela Vera do blog B-hynd Her.


***
Après quelques semaines de silence qui m'a été indispensable sur les réseaux sociaux me voici de retour avec ce mouvement que j'ai décidé de lancer l'année dernière, le Portugal Curvy, avec l'intention de réunir le plus grand nombre de blogueuses plus size portugaises avec le même objectif, celui de vous inspirer.
Aujourd'hui je partage avec vous ma participation (oui, une semaine après), avec une tenue "vintage", thème choisit par Vera du blog B-hynd Her.

Uma conversa nossa.



Hoje venho conversar contigo, com todos aqueles que por aqui passam.
Sabes, encontraremos sempre pessoas que desvalorizarão a nossa caminhada, que usarão a dor até para competir como se fosse algo de grandioso superar x ou y doença. Como se a doença tivesse níveis, como se existissem doenças menos dolorosas que outras, como se ver a vida fugir das nossas mãos tivesse maior ou menor importância dependendo do diagnóstico do médico. Caramba, acredita que encontrarás gente assim, daqueles que te dirão "não sejas parva", "não sejas estúpida". Afinal, na cabeça de gente pequenina nós temos "tudo". Temos um salário, temos uma família que nos ama, temos uma casa e comida na mesa. Para eles isto é tudo. Mas, e nós? E não sabermos quem somos, andarmos meio perdidos sem explicação, sentir aquele aperto no peito e uma vontade incontrolável de chorar. Isso também temos, mas eles não sabem o quanto dói aquilo que não se vê com os olhos.

Dos dias.


Tinha 17 anos quando ouvi pela primeira vez da boca da minha médica a palavra "depressão". Era tão jovem ou estava de tal maneira perdida nos meus dias que nem sequer me lembro de reagir a tal noticia. Sei que tudo avançou com medicação, medicação que eu nem sabia muito bem para que servia, mas ali estava eu a tomar vários comprimidos por dia na esperança de ver aquele sufoco passar, de ver a vida melhorar ou com o simples desejo de ser alguém que valesse a pena para outra qualquer pessoa.
Tudo se tratou, aos trambolhões lá me fui levantando. Desisti da medicação com a mais pura certeza de que tudo estava resolvido e que eu não precisava de mais nada. Que aquilo que a médica me disse era pura invenção dela e lembro-me da frase que ela me disse naquela consulta, "Ana, nunca mais nada será igual".

As rotinas não matam.


Desde sempre que ouvimos dizer por aí "a rotina mata o amor", "mata a paixão", "a rotina mata os casamentos"... entre tantas outras coisas. Mas, afinal a culpa de tudo desmoronar é da rotina?

Desde há uns dias que não ando na melhor forma, seja devido às hormonas, aos astros ou a outra coisa qualquer, a verdade é que me sinto desequilibrada emocionalmente, irrequieta, sem saber o porquê. Sem explicação, estes dias tenho andado com aquele tremer interior que nem eu sei verbalizar por não entender o porquê de me sentir assim.

French Curves: Kaki


Je sais que ça fait longtemps que je partageai pas une tenue avec vous pour le challenge French Curves, mais suite à une maladie qui m'a obligé à ralentir mon rythme et à une période où la fatigue était présente j'étais obligée de m'arrêter un peu. Oui, c'est pour cela que je n'ai pas partagé beaucoup de tenues pendant un moment.
Je tiens vraiment à m'excuser auprès des French Curvettes car on est un groupe et même si j’accompagnais le challenge tous les mois, ce n'est jamais la même chose.

Ce challenge crée par Gaëlle Prudencio consiste à vous proposer une tenue autour d'un thème tous les 16 de chaque mois. 
Et pour ce premier mois de l'année 2017, Gaëlle nous invite à montrer une tenue sous le thème de la couleur kaki.

***
Sei que já há algum tempo que não partilhava convosco um look para o challenge French Curves, mas depois de uns tempos doente em que fui obrigada a desacelerar o meu ritmo e a um período em que o cansaço estava mais que presente tive mesmo que parar por uns tempos. Sim, foi por isso que não partilhei muitos looks durante uns tempos.
Quero mesmo pedir desculpa às participantes do French Curves porque somos um grupo e mesmo tendo acompanhado o challenge todos os meses, nunca é a mesma coisa.

Este challenge foi criado pela Gaëlle Prudencio e consiste em vos mostrar um look com base num tema a cada dia 16.
E para este primeiro mês de 2017, a Gaëlle convidou-nos a partilhar um look com o tema "Kaki".

Sport


Quando partilhei na página do facebook os exercícios que andava a fazer por casa nos dias em que não posso/ não me apetece ir para a rua percebi que muita gente gostou da partilha como me pediu para partilhar ainda mais.
Por isso, aqui estou eu hoje para partilhar convosco não só o canal do youtube Exercícios em casa (que adoro), mas também as aplicações no smartphone que me vão acompanhando.

***
Quand j'ai partagé sur la page facebook les exercices que je fais à la maison quand je ne peux pas/veux pas sortir dehors j'ai compris que beaucoup de monde a aimé le partage mais m'ont demandé aussi de partager encore plus.
Donc, me voilà ici pour partager avec vous non seulement la chaîne youtube Exercícios em casa (que j'adore), mais aussi les applications que j'utilise sur mon smartphone.

Camembert


São várias as receitas que fazemos cá em casa com este queijo. Sempre no forno e sempre ao gosto de todos, afinal tornou-se há já uns anos a entrada favorito dos membros desta minha familia e não só. Pois, os amigos pedem sempre mais do mesmo também.
Deixo-vos algumas sugestões.

***
À la maison on fait plusieurs recettes avec ce fromage.
Toujours au four et toujours au goût de tous, enfin de compte c'est l'entrée la plus appréciée par les membres de ma famille et pas seulement. Et oui, les amis en demandent toujours aussi.
Je vous laisse quelques suggestions.

DIY #12 - Wooden Boards


Se há coisa que me levou a mudar o nome do blog para "A Plus Size Girl Who Loves Life" em vez de "Fashion" foi mesmo esta vontade em partilhar convosco não só assuntos sobre moda, mas também os projectos de decoração, diy e afins que vou fazendo aqui por casa.

***
S'il y a une chose qui m'a poussé a changer le nom du blog pour "A Plus Size Girl Who Loves Life" au lieu de "Fashion" c'est vraiment l'envie de partager avec vous non seulement des articles mode, mais aussi les projets de déco, diy que je fais à la maison.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...